A cozinha de Ahmadinejad

São tantas opções de comida árabe simples na cidade que é fantástico quando se encontra algo fora do ordinário das barraquinhas de rua, mas ainda com o tempero oriental. Um bom lugar para se surpreender com a auto-proclamada “cozinha mais velha do mundo” é o Persepolis.

A fachada do restaurante de comida iraniana

Com o nome da antiga cidade persa, o restaurante é o principal representante da comida iraniana da cidade. O Irã fica no local onde ficava a Pérsia, e por mais que não seja um país árabe, sua cultura e gastronomia tem relação com outros países da região. A comida tem pratos e temperos semelhantes aos encontrados nos vizinhos, mas com um toque diferenciado e de capricho que faz com que se separe dos outros países. Para quem vem do Brasil, com experiências ligadas especialmente à comida libanesa, os pratos persas têm uma personalidade que vale ser conhecida.

O ambiente interno do restaurante

Localizado no Upper East Side, ele foi inaugurado em 1992 e tem um cardápio variado de carnes, aves e peixes, sempre com muitos legumes, arrozes variados e couscous. O proprietário do Persepolis é um ex-jogador de futebol iraniano, e sua clientela inclui vários imigrantes do país que vem se consolidando como adversário político dos Estados Unidos.

A pata de carneiro, com carne absurdamente macia e tempero bem encorpado

Feitos os pedidos, foi bem surpreendente o momento em que o garçon do restaurante serviu os pratos pedidos. O prato de pernil de carneiro estava se derretendo de tão macia que estava a carne, com um caldo rico e encorpado e um cuscuz delicioso. O prato custava menos de U$ 30, e seria suficiente para alimentar dois, ou para uma pessoa com muita fome.

As kaftas com arroz aromático - o mesmo nome do espetinho árabe, mas com tempero diferenciado

Além dele, pediu-se um prato mais comum, de kafta, que chegou com a carne consistente, suculenta e macia, com excelente tempero de ervas.

Junto com bebidas e taxas, o almoço custou U$ 80 por casal, mas o restaurante tem menus de almoço por U$ 25 por pessoa, e a comida é uma das grandes surpresas oferecidas pela volta ao mundo gastronömica que se encontra em Nova York.

Serviço:
Persepolis
1407 Second Ave., New York
212-535-1100

Não acredita? Então olha aí também…
NY MAG

Yelp

São tantas opções de comida árabe simples na cidade que é fantástico quando se encontra algo fora do ordinário das barraquinhas de rua, mas ainda com o tempero oriental. Um bom lugar para se surpreender com a auto-proclamada “cozinha mais velha do mundo” é o Persepolis.

Com o nome da antiga cidade persa, o restaurante é o principal representante da comida iraniana da cidade. O Irã fica no local onde ficava a Pérsia, e por mais que não seja um país árabe, sua cultura e gastronomia tem relação com outros países da região. A comida tem pratos e temperos semelhantes aos encontrados nos vizinhos, mas com um toque diferenciado e de capricho que faz com que se separe dos outros países. Para quem vem do Brasil, com experiências ligadas especialmente à comida libanesa, os pratos persas têm uma personalidade que vale ser conhecida.

Localizado no Upper East Side, ele tem um cardápio variado de carnes, aves e peixes, sempre com muitos legumes, arrozes variados e couscous. O proprietário do Persepolis é um ex-jogador de futebol iraniano, e sua clientela inclui vários imigrantes do país que vem se consolidando como adversário pol[itico dos Estados Unidos.

Feitos os pedidos, foi bem surpreendente o momento em que o garçon do restaurante serviu os pratos pedidos. O prato de pernil de carneiro estava se derretendo de tão macia que estava a carne, com um caldo rico e encorpado e um cuscuz delicioso. O prato custava menos de U$ 30, e seria suficiente para alimentar dois, ou para uma pessoa com muita fome.

Além dele, pediu-se um prato mais comum, de kafta, que chegou com a carne consistente, suculenta e macia, com excelente tempero de ervas.

Junto com bebidas e taxas, o almoço custou U$ 80 por casal, mas o restaurante tem menus de almoço por U$ 25 por pessoa, e a comida é uma das grandes surpresas oferecidas pela volta ao mundo gastronömica que se encontra em Nova York.

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Uma resposta para “A cozinha de Ahmadinejad

  1. patinha de carneiro show hein…

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