Carbonada – o prato da solidão

O almoço pré-plantão do domingo foi o prato se repete sempre que a refeição é solitária. Uma massa simples, rápida e gostosa, mas que prova que almoçar sozinho não precisa ser sinônimo de comer mal, ou não comer.

Por sua simplicidade, facilidade, rapidez e mesmo o sabor, é a escolha para comer sem companhia em almoços esporádicos ou em um jantar quando a esposa encontra-se sem fome – ou o jantar da esposa, quando só ela vai comer (é bem verdade que o prato é unânime em casa).

Gosto de pensar que ele é um macarrão à carbonara sem bacon, já que a “receita” seguida lembra o prato clássico, mas não leva nada de carne. É o que chamo de “carbonada”.

Costumo cozinhar a massa até o ponto al dente indicado no pacote, escorrer, devolver ela à panela e misturar com um creme preparado com ovo, creme de leite, pimenta do reino, sal, manteiga e queijo parmesão (além de um pouco da água em que o macarrão foi cozido. Deixo por mais ou menos um minuto no fogo, até formar-se um molho consistente.

Forma-se este molho de queijo bem encorpado, especialmente quando uso queijo parmesão de qualidade, ralado em casa, que cada vez parece sair mais barato e melhor de que comprar os pacotes de parmesão já triturado na indústria.

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Uma resposta para “Carbonada – o prato da solidão

  1. No meu pode colocar o bacon tá..;)
    Bjoks,
    Lu

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