Arquivo do mês: julho 2011

Peixe ao shoyu

O pedaço de 400 gramas de Badejo (comprado por R$ 11 na feira do Pacaembu) ficou quase uma hora marinando em uma mistura de shoyu, óleo de gergelim torrado, pimenta do reino, sal e folhas frescas de alecrim. A fatia de peixe foi colocada na grelha por 3 minutos de cada lado e depois servida (ainda semicrua por dentro), coberta com o molho que ficou sobrando na grelha. Foi comido com um arroz japonês com cebola e cenoura.

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Saramonete e ervilhas frescas

Normalmente ele é só petisco, mas também é possível fazer ótimas refeições completas com o saramonete, ou trilha, como esse delicioso peixinho avermelhado é conhecido em São Paulo.

O peixe foi comprado na feira do Pacaembu, por R$ 7 a porção de meio quilo que já veio limpa e sem cabeça. No preparo mais tradicional, ele é passado infeiro na farinha de trigo e frito, ficando ótimo para comer com cerveja, apesar da enorme quantidade de espinhas. Aqui ele foi tratado antes, retirando todas as espinhas e usado em pequenos pedaços em um molho para massa.

O molho foi preparado com um refogado de cebolas e ervilhas frescas  na manteiga. Os pedaços do peixe foram refogados juntamente na mesma panela, e três colheres de creme de leite finalizaram o molho que foi misturado a uma porção de pene.

Foi a primeira vez que usei ervilhas frescas na cozinha (compradas por R$ 5, a porção). Muito mais saborosas de que as versões em lata ou secas, elas podem ser refogadas diretamente, sem precisar cozinhar antes.

Filé de porco e risoto pizza

O filé de porco temperado com pimenta e sal foi selado e assado no forno com cebolas e cubos de maçã.

O acompanhamento foi um risoto pizza, preparado com um caldo de tomates (uma lata de tomates pelados devitamente batida) e orégano fresco, finalizado com cubos de queijo mussarela, em vez de parmesão.

Pernil de bodega

A carne macia, se desfiando e deliciosamente gorda e saborosa do pernil comido no almoço do domingo ao longo de uma tarde de cervejas compensou o trabalho de carregar a perna de porco com 10 kg por cinco quarteirões. Não foi a primeira vez que preparei perna de porco no forno, mas sempre repito que assar carne no forno é uma das especialidades e provavelmente a maior diversão do monstro na cozinha.

Paguei R$ 50 pela enorme peça de perna traseira de porco. Em casa, juntei tudo o que havia de tempero: ervas, pimentas, tomates, cebolas, mostarda, azeite, cerveja preta, sal e açúcar mascavo. Preparei uma mistura e espalhei por cima do porquinho. Deixei ele temperado assim marinando na geladeira durante toda a noite e logo às 7h da manhã no forno bem baixo.

Só voltei a abrir o forno 5 horas depois, quando a peça estava assada e a carne quase se desfazia. Claro que era comida demais, e que agora há pernil em casa para comer por um mês inteiro.

Carbonara 2.0

Massa à carbonara é um dos pratos mais repetidos na cozinha do Monstro. É fácil, é rápido e é praticamente a versão italiana do café da manhã à americana de ovos com bacon. A ideia desse prato eu vi num livro da chef/celebridade americana Giada De Laurentiis, e é uma versão desconstruída do espaguete à carbonara (a versão dela é com aspargus, mas preferi manter os ingredientes originais).

Os ingredientes são os mesmos. A principal diferença é que em vez de fazer um creme dos ovos e transformar isso numa espécie de molho, a massa é incorporada ao bacon com cebola em cubinhos e o ovo é colocado, frito e inteiro, por cima da massa.

O efeito desse prato está em esquecer as regras chatas da segurança alimentar e deixar a gema mole, para ela se misturar deliciosamente à massa.

O prato fica muito bom,mas talvez fosse melhor pôr mais ovos em cada prato.

Veja aqui a versão da própria Giada.

Galinha oriental

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A perna da galinha foi assada no forno com um tempero oriental de shoyu, molho teryaki, azeite, alecrim e salsinha.

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Escondido

Almoço de escondidinho de mAndioquinha com carne moída.

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