Arquivo do mês: agosto 2012

O melhor sorvete do mundo

Desenvolvi uma receita pessoal do melhor sorvete do mundo inspirado no que James Coleridge ofereceu no festival de gelato de Florença. É um sorvete de noz pecã com melado de cana (original era nozes com maple syrup).

Toda vez que preparo, me surpreendo com o quanto fica bom.

O segredo é preparar uma “manteiga de noz” antes de preparar o sorvete, e misturar essa pasta à receita do sorvete. A “manteiga” é feita passando as nozes assadas no processador, até que os óleos naturais fazem o pó virar uma pasta. Para finalizar o sorvete preparado assim, basa usar melado de cana para fazer um desenho sobre o sorvete já pronto e salpicar um pouco de sal para dar um toque ais surpreendente.

Já existe uma resposta padrão para quando perguntam se é difícil fazer sorvetes: Difícil, não é, mas dá bastante trabalho, e é bem importante ter uma máquina especial para isso, a fim de garantir a textura ideal.

A ‘manteiga’ de nozes pecã

O processo envolve algumas partes básicas: misturar 2 partes de creme de leite, 1 de leite e 3/4 de parte de açúcar em uma panela e colocar para esquentar. – Bater gemas de ovo com 1/4 de parte de açúcar. – Misturar o líquido quente aos ovos batidos lentamente para não cozinhar os ovos. – Devolte toda a mistura ao fogo até o ponto napê. (e aqui, mistura a manteiga de nozes)- Resfria e coloca na máquina de sorvete.

Risoto de botarga com camarões

Risoto de botarga comprado em versão pré-pronta na Castroni, loja especializada em produtos gourmet de Roma . Só é preciso juntar água quente aos poucos para ter um arroz muito saboroso.

Servi com camarões refogados com limão siciliano.

Nhoque ao pesto

Nhoque comprado pronto da De Cecco servido com molho pesto pronto comprado na itália.

Arroz de rosa

Risoto de rosas comprado em pacote já com mistura pré-pronta no Campo de Fiori, em Roma. Foi só juntar caldo de legumes para ter um arroz de boa consistência. Só não tinha tanto perfume de flor como esperava, e o principal destaque no sabor era a cebolinha desidratada.

Servi com cubos de filé de porco temperados com 5spice chinês.

Codorna com couscous

Depois de usar parte das codornas no prato com nhoque de mandioquinha e trufas, aproveitei o restante do caldo em que as pequenas aves foram cozidas para fazer um couscous marroquino. Ao mesmo tempo, assei os pedaços de peito de codorna já cozidos para dar brilho e ser vi junto com o couscous.

Doce de cerveja

A receita começou a circular no Facebook e logo atraiu a curiosidade. Brigadeiro de cerveja, dizia o título, misturando duas coisas tão diferentes, mas tão idolatradas em sua individualidade. Lembrava um milk shake de guiness que havia tomado em Nova York e que era uma delícia. Decidi fazer usando uma cerveja preta inglesa, a Old Peculier.

Seguindo a recomendação, reduzi a garrafa de 500 ml a apenas 150 ml, esperei esfriar, misturei ao leite condensado e deixei sobre o fogo até chegar à textura de brigadeiro.

O sabor ficou ótimo, bem doce e com um toque de cevada e de grãos torrados. Só não dá para chamar tanto de brigadeiro, já que o sabor fica longe do chocolate do original.

 

Nhoque com codornas e trufas

Nhoque de mandioquinha feito em casa depois de assar a mandioquinha no forno ( truque que demorei a aprender e que facilita o trabalho) coberto com codorna ao molho de trufas trazidas da itália.

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