Arquivo do mês: abril 2017

“Comendo Londres” – Orelha

O texto abaixo é um pequeno resumo de “Comendo Londres – Um Guia para Amar a Pior Comida do Mundo”, e foi publicado na orelha do livro.

capa completa

Ao contrário do que diz o mais forte estereótipo sobre alimentação na Inglaterra, come-se muito bem no país que tem fama de ter a pior gastronomia do mundo. Tão bem, que este livro defende até mesmo que hoje come-se melhor na capital inglesa do que em Paris.

Apesar do tom de provocação, “Comendo Londres” mostra que ficou para trás o tempo em que o cardápio britânico era formado apenas por batatas e carnes cozidas sem tempero, ou fish and chips mergulhado em óleo velho e servido com cerveja quente e sem gás. Hoje Londres é uma das capitais internacionais da gastronomia, com alguns dos melhores restaurantes do mundo e oferta de culinárias de todo o planeta. Além disso, houve uma renovação da culinária local, com a reinvenção dos pratos clássicos do país, agora com mais tempero e sabor – além da sua alma histórica.

“Comendo Londres” convida o leitor a deixar de lado o preconceito e conhecer a cultura gastronômica do Reino Unido. A obra explica o que se come no país, por que se come isso, e indica alguns endereços para comer bem na terra que sofre com o clichê da comida ruim.

Mais de que uma lista de locais “imperdíveis” e “obrigatórios” para o turista, o livro ensina qualquer viajante ou morador local a navegar pela cultura gastronômica inglesa e saber escolher por ele mesmo. Afinal, é melhor ensinar cada um a “pescar”, a descobrir o seu fish and chips favorito, do que simplesmente dar o peixe.

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Apresentação – por Néli Pereira

A jornalista Néli Pereira, da BBC Brasil, escreveu uma pequena apresentação de “Comendo Londres”, publicada na quarta capa do livro. Segue abaixo o texto completo dela.

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contra

“Comendo Londres” é um tratado guloso e curioso para iniciantes e profissionais da entrada ao prato principal para entender a culinária da cidade. O Daniel resume aqui o que me levou quase seis anos para compreender: comer em Londres reflete muito o jeito da cidade – autêntica e orgulhosa de suas tradições, e moderna, multicultural. Ali tem lugar para o seu assado de domingo em família, para o curry mezzo indiano meio londrino, já incorporado ao menu local. Para o fish and chips enrolado em papel e para a gelatina de enguia.

Esse livro ainda faz mais: aproxima a cultura de lá com a nossa – bolovo e buchada inglesa? Oh, yes. No fim, você também vai achar comida de vó colocar gravy em cima do purê de batatas e perceber que a melhor comida, e a melhor cidade, são aquelas acolhedoras.

Néli Pereira é jornalista e morou seis anos em Londres 

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“Comendo Londres – Um Guia para Amar a Pior Comida do Mundo”

capa comendo

Livro mostra que é possível, sim, comer bem na capital inglesa, e traz dicas de pratos tradicionais, pubs, restaurantes e feiras de ruas que fazem parte da cultura local

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O jornalista Daniel Buarque assume um divertido desafio de quebrar preconceitos e estereótipos alimentares para mostrar que a comida londrina possui uma identidade gastronômica marcante. Em uma pesquisa minuciosa, o autor lança o livro “Comendo Londres” e mostra que, apesar da má-fama, é possível, sim, comer bem na capital inglesa.

A obra é uma coedição entre as editoras Livros de Comida e Aeroplano.
Com 240 páginas, e um prefácio escrito pelo ex-correspondente da Globo em Londres, Roberto Kovalick, o livro traz dicas de pubs e feiras de ruas que fazem parte da cultura local para que o leitor sinta-se como um verdadeiro londrino, inclusive no quesito preço. Como exemplo, a obra cita restaurantes indianos e gastropubs que possuem cardápios autorais e muito mais baratos do que restaurantes estrelados. “Há comidas excepcionais, criativas e com toque de chefs talentosos em restaurantes simples, feiras e mercados”, enfatiza Daniel Buarque.

O livro está dividido em 14 capítulos, apresentados como um menu. Ele trata dos pratos mais tradicionais e estranhos da alimentação britânica, debruça-se sobre a história de costumes como o fish and chips, o rosbife, o feijão servido no desjejum, as batatas e o chá. Trata ainda do fortíssimo hábito de frequentar pubs, onde se toma a cerveja inglesa, a ale, uma bebida viva tão deliciosa e diferente das cervejas mais populares no Brasil. A obra inclui ainda sugestões de passeios fora de Londres e fala sobre as sobremesas britânicas. Tudo como numa excelente refeição completa.

Em “Comendo Londres”, o autor compartilha o segredo para se apaixonar pela culinária da cidade e abrir horizontes em relação ao diferente. “Os ingleses comem feijão com molho adocicado no café da manhã – um brasileiro não precisa deixar de lado a sua experiência com o feijão do seu cotidiano ao experimentar a versão popular nos pubs de Londres, mas precisa não ter preconceito na hora de experimentar. Daí surgem ótimas experiências”, explica Daniel.

“Londres é uma metrópole global que oferece algumas das melhores oportunidades gastronômicas do planeta, mas é importante estar interessado em fugir do clichê de que a alimentação inglesa é sofrível e estar disposto a encarar novas experiências e sabores. Assim, pode-se conhecer uma gastronomia secular, de origem medieval, que passou por privações de guerras devastadoras, por uma mentalidade religiosa que inibia qualquer forma de prazer, mas que com o tempo conseguiu se reerguer e consolidar Londres como um dos endereços mais atraentes para quem se interessa pela boa comida no mundo”, defende.

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